Carlos Dugos - Porto

Porto

Carlos Dugos

Serigrafia sobre papel Ι 48x38 cm
240 €

CARLOS DUGOS

CarlosDugos nasceu em Lisboa, em 1942. Em 1958, foi viver para Lourenço Marques, em Moçambique, onde passou a expor com regularidade. Entre 1962 e 1974, exerceu jornalismo em Moçambique, na África do Sul e em Portugal. Regressou definitivamente a Portugal em 1977 e instalou ateliê em Lisboa. Morreu em Alcabideche, Cascais, a 17 de junho de 2025.

Formação e estudos
Matriculou-se num curso de teologia (Leoninum Orthodoxum Institutum) e desenvolveu estudos de simbólica; em 1984 dirigiu a galeria São Bento. Em 1988 manteve, a convite, um atelier temporário no Palácio Nacional da Pena (Sintra). A partir de meados da década de 1980 lançou edições serigráficas e realizou estudos cromáticos aplicados a edifícios de bairros sociais do Estado.

Carreira artística
Ao longo de várias décadas, apresentou ciclos e séries em espaços institucionais e galerias. Em 2000 expôs Jogos Reais no Museu da Água (Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, Lisboa). No ano seguinte apresentou O Eterno Feminino no Espaço Art for All (Porto). Em 2008, a série Vieira – O Verbo e a Luz foi inaugurada no Mosteiro dos Jerónimos, no âmbito do 2008 Ano Vieirino; o livro-catálogo regista apresentações associadas, incluindo no Museu da Água de Coimbra.

Estilo e temas
Segundo Manuel Cândido Pimentel (professor na Universidade Católica Portuguesa (UCP) e diretor do Centro de Estudos de Filosofia da UCP), o trabalho de Dugos persegue “o despojamento ou a translucidez das relações reais, o que num mais antigo sentido se chamará aletheia ou mística visão da verdade”.


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